sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sexta-feira 03/11/2017

Sexta-feira, 03 de novembro de 2017





“Confiar não é saber tudo sobre alguém, é não precisar saber.”






EVANGELHO DE HOJE
Lc 14,1-6


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



Certo sábado, entrando Jesus para comer na casa de um fariseu importante, observavam-no atentamente.
À frente dele estava um homem doente, com o corpo inchado.
Jesus perguntou aos fariseus e peritos na lei: "É permitido ou não curar no sábado? "
Mas eles ficaram em silêncio. Assim, tomando o homem pela mão, Jesus o curou e o mandou embora.
Então ele lhes perguntou: "Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente? "
E eles nada puderam responder.






Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade



Bom dia!
Sempre que esse evangelho aparece trago à tona a reflexão do que é para nós ter felicidade. Será que conseguimos enxergar, em meio às dificuldades do dia-a-dia, a felicidade?
Certa vez divagando sobre a teologia da graça, comparei o nosso dia-a-dia a um trapézio voador. Sim, Já acordamos no trapézio e desde cedo já temos o objetivo de cumprir com êxito a acrobacia e acalcar com segurança o bastão. Então vem a reflexão do que seria sucesso.
Veja e reflita: Sucesso é a conquista de algo muito especial que se iniciou com um sonho, virou uma proposta e um objetivo e por fim se concretizou; felicidade é conseguir viver bem com que se tem, naquele momento ou instante e não esta condicionada ao sucesso”.
Ao se levantar e novamente encarar o trapézio temos consciência que talvez não conseguiremos cumprir com êxito aquele objetivo; sabemos que por vezes cairemos e que também por muitas vezes voltaremos para casa, no fim do dia, vitoriosos sabendo e louvando pelo ótimo dia que tivemos, ou seja, acrobacia cumprida e salvos novamente no bastão.
Os que vivem o medo e em especial os que estão em processo de depressão nem sobem no trapézio; os descrentes vão para o trapézio acreditando apenas na sua perícia; já os fieis acreditam e sabem que Deus é a rede de segurança. Tendo sucesso ou não na acrobacia e no retorno ao bastão sabem que Ele sempre estará lá.
“(…) Os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o Reino de Deus. Ele respondeu: ‘O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’, ou: ‘Está ali’, pois o REINO DE DEUS ESTÁ NO MEIO DE VÓS”. (Lucas 17, 20-21)
Vida e trapézio interagem entre si. Sucesso e insucesso são variáveis. Felicidade e Deus pertencem ao processo, só não os vê quem não quer.
Levantar pela manhã é um simples gesto rotineiro; sabemos ao levantar que a felicidade e Deus estarão à espera no trapézio. Tal entender requer maturidade para aceitar que as situações de fracasso, descrença e medo fazem desse processo. Enfrentar é uma condição de vida e não pode ser feita com desgosto, pois quem assim o vê já levanta mal humorado e possivelmente tentará tornar tudo ao seu redor também sombrio e chato. Quem não conhece pessoas assim, que já levantam de “cueca virada”?
Dizem “você não sabe o que eu estou passando”! Ou tornam suas dores, dívids e sofrimentos sempre maiores que a dos outros…
A busca da felicidade perdida inicia dentro de nós mesmos. Se acordo parecendo que chupei tamarindo ninguém tem culpa disso. O sucesso após cada acrobacia é uma conseqüência natural das tentativas e não é algo obrigatório na vida.
Se condicionarmos nossa felicidade diária ao sucesso, a um novo carro, a casa nona, a promoção no serviço, ao novo salário, deixaremos aos poucos de ver o sucesso e a felicidade dos outros. Não mais perceberemos o dez na prova de matemática que o filho com dificuldade tirou, não nos comemorará o novo emprego da filha, não veremos o cabelo cortado da esposa, não será visto ou notada a felicidade do marido que mesmo sem dinheiro feliz volta pra casa… Pessoas infelizes dificilmente elogiam o sucesso dos outros, Caminham a passos largos para um processo duro chamado INVEJA. A inveja é ir todos os dias para o trapézio não mais pra saltar e sim para derrubar os que tentam ser agarrar a cada nova manobra.
Engraçado que foi para esse irmão e para os descrentes, que parecem que vivem fora mundo, que Jesus veio, morreu e nos envia
“(…) Mas ele disse-lhes: “Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, pois é para isso que fui enviado“ (Lucas 4, 43)
Olhando bem a situação do trapézio que explanamos, deve ser então por isso que seja mais fácil de encontrá-lo na dor ou no erro ao depararmos com a rede de proteção, pois poucas pessoas após uma acrobacia perfeita se lançam na rede para agradecer ou demonstrar sua felicidade.
Por fim, “(…) Jesus respondeu: – Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim”. Quer sucesso? Jesus é o caminho. Caminhe com Ele; Quer ser feliz? Jesus é a verdade! Ele esta no trapézio!; Esta desanimado, triste, abatido? Ele é a vida! Portanto aceite a vida que vem Dele e enfrente o trapézio!
Minha prece por todos aqueles que estão deprimidos, agoniados e abatidos… Que Deus os dê forças a medida que cada um esboçar, mesmo que timidamente, uma reação.
Um imenso abraço fraterno






CULINÁRIA



Bolo de batata de frigideira



Ingredientes


Massa

600 g de batatas cozidas com a casca

1 ovo ligeiramente batido 1 colher (sopa) de manteiga

Sal

1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo


Recheio

1 cebola pequena picada

1 cenoura média ralada

1 colher (sopa) de azeite de oliva

1/4 de xícara (chá) de azeitonas verdes cortadas em lascas

1 lata de atum em conserva escorrido

1 colher (sopa) de salsinha picada

1 colher (sopa) de cebolinha verde picada

Óleo para untar e farinha de rosca para polvilhar




Modo de preparo

Massa

Passe as batatas ainda quentes pelo espremedor (a casca ficará retida).

Acrescente o ovo e a manteiga ao purê e misture rapidamente. Tempere com sal a gosto e, aos poucos, adicione a farinha, enquanto mistura, até obter uma massa homogênea e consistente.

Recheio

Refogue a cebola com a cenoura no azeite por 3 minutos. Fora do fogo, junte a azeitona, o atum, a salsinha e a cebolinha e misture bem.

Montagem

Em uma frigideira antiaderente de 24 cm de diâmetro untada com óleo e polvilhada com farinha de rosca, espalhe metade da massa, alisando com as costas de uma colher molhada. Distribua o recheio, sem cobrir totalmente a borda, e espalhe o restante da massa, alisando a superfície.

Polvilhe com mais farinha de rosca, despeje um filete de óleo ao redor da borda e cozinhe em fogo baixo por 5 minutos. Vire o bolo sobre um prato e deslize-o de volta à frigideira para fritar do outro lado. 6. Sirva com salada de folhas.




Arroz de forno com frango e ervilha

Para aproveitar as sobras de arroz



Ingredientes


1 peito de frango cortado em cubos (250 g)

½ colher (sopa) de vinagre de vinho branco

Sal e pimenta-do-reino

1 dente de alho picado

1 cebola média picada

3 colheres (sopa) de manteiga

4 xícaras (chá) de sobras de arroz

150 g de muçarela ralada

1 xícara (chá) de ervilha descongelada

3 colheres (sopa) de salsinha picada

1 pote (220 g) de requeijão cremoso

½ xícara (chá) de leite

1/3 de xícara (chá) de parmesão ralado



Modo de preparo



Tempere o frango com o vinagre e sal e pimenta a gosto. Em uma frigideira, frite o alho e a cebola na manteiga até murcharem. Junte o frango e cozinhe por 10 a 15 minutos, mexendo às vezes, até ficar macio.

Em uma tigela grande, misture o arroz cozido com a muçarela, a ervilha, a salsinha e o frango cozido. Incorpore o requeijão previamente misturado com o leite.

Espalhe em refratário médio untado com manteiga, polvilhe o parmesão e leve ao forno médio preaquecido (200°C) por 20 a 25 minutos ou até aquecer e dourar ligeiramente. Sirva em seguida.







MOMENTO DE REFLEXÃO


“Nossa força vem de nossas fraquezas.” (Ralph Waldo Emerson)
Quando eu era pequeno, tinha um velho vizinho chamado Dr. Gibbs. Ele não se parecia com nenhum médico que eu jamais houvesse conhecido. Todas as vezes em que eu o via, ele estava vestido com um macacão de zuarte e um chapéu de palha cuja aba da frente era de plástico verde transparente. Sorria muito, um sorriso que combinava com seu chapéu - velho, amarrotado e bastante gasto.
Nunca gritava conosco por brincarmos em seu jardim. Lembro-me dele como alguém muito mais gentil do que as circunstâncias justificariam.
Quando o Dr. Gibbs não estava salvando vidas, estava plantando árvores. Sua casa localizava-se em um terreno de dez acres, e seu objetivo na vida era transformá-lo em uma floresta.
O bom doutor possuía algumas teorias interessantes a respeito de jardinagem. Ele era da escola do "sem sofrimento não há crescimento". Nunca regava as novas árvores, o que desafiava abertamente a sabedoria convencional.
Uma vez perguntei-lhe por quê. Ele disse que molhar as plantas deixava-as mimadas e que, se nós as molhássemos, cada geração sucessiva de árvores cresceria cada vez mais fraca. Portanto, tínhamos que tornar as coisas difíceis para elas e eliminar as árvores fracas logo no início.
Ele falou sobre como regar as árvores fazia com que as raízes não se aprofundassem, e como as árvores que não eram regadas tinham que criar raízes mais profundas para procurar umidade. Achei que ele queria dizer que raízes profundas deveriam ser apreciadas.
Portanto, ele nunca regava suas árvores. Plantava um carvalho e, ao invés de regá-lo todas as manhãs, batia nele com um jornal enrolado. Smack! Slape! Pou!
Perguntei-lhe por que fazia isso e ele disse que era para chamar a atenção da árvore.
O Dr. Gibbs faleceu alguns anos depois. Saí de casa. De vez em quando passo por sua casa e olho para as árvores que o vi plantar há cerca de vinte e cinco anos. Estão fortes como granito agora. Grandes e robustas. Aquelas árvores acordam pela manhã, batem no peito e bebem café sem açúcar.
Plantei algumas árvores há alguns anos. Carreguei água para elas durante um verão inteiro. Borrifei-as. Rezei por elas. Todos os nove metros do meu jardim. Dois anos de mimos resultaram em árvores que querem ser servidas e paparicadas. Sempre que sopra um vento frio, elas tremem e balançam os galhos. São “árvores maricas”.
Uma coisa engraçada a respeito das árvores do Dr. Gibbs: a adversidade e a privação pareciam beneficiá-las de um modo que o conforto e a tranquilidade nunca conseguiriam.
Todas as noites, antes de ir dormir, dou uma olhada em meus dois filhos. Olho-os de cima e observo seus corpinhos, o sobe e desce da vida dentro deles.
Frequentemente oro por eles. Oro principalmente para que tenham vidas fáceis. "Senhor, poupe-os do sofrimento." Mas, ultimamente, venho pensando que é hora de mudar minha oração.

Essa mudança tem a ver com a inevitabilidade dos ventos gelados que nos atingem em cheio. Sei que meu filhos encontrarão dificuldades e, portanto, minha oração para que isto não aconteça é ingênua. Sempre há um vento gelado soprando em algum lugar.
Portanto, estou mudando minha oração vespertina. Porque a vida é dura, quer o desejemos ou não. Em vez disso, vou orar para que as raízes de meus filhos sejam profundas, para que eles possam retirar forças das fontes escondidas do Deus eterno.
Muitas vezes oramos por tranquilidade, mas essa é uma graça difícil de alcançar.
O que precisamos fazer é orar por raízes que alcancem o fundo do Eterno, para que quando as chuvas caiam e os ventos soprem não sejamos varridos em direções diferentes.

(Philip Gulley)



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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