Sexta-feira, 24 de
Novembro de 2017
“A vida não é uma
questão de marcos, mas de momentos.” (Rose Kennedy)
EVANGELHO DE HOJE
Lc 19,45-48
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de
nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!
E, entrando no templo,
começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam,
Dizendo-lhes: Está
escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós fizestes dela covil de
salteadores.
E todos os dias ensinava
no templo; mas os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os principais do
povo procuravam matá-lo.
E não achavam meio de o fazer,
porque todo o povo pendia para ele, escutando-o.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Os
sacerdotes não conseguiam ter uma atitude mais enérgica ou negativa quanto a
Jesus, pois por mais duro que fossem suas palavras, Ele não mentia. Jesus em
poucos momentos de sua pregação teve atitudes que gerassem certo assombro, mas
como o próprio evangelho de João narra “o zelo o consumia”.
“(…)
Lembraram-se então os seus discípulos do que está escrito: O zelo da tua casa
me consome (salmo 68, 10)”. (João 12, 17)
São João
Bosco dizia que “sempre há uma corda que vibra, e que cabe a nós descobri-la”.
Jesus sabia muito bem como tocar os corações mais simples como os mais duros.
Sua Palavra atinge o fundo da alma fazendo-a vibrar e responder. Quantas vezes
achamos que o que foi escrito aqui foi pensando no que estou passando ou
vivendo? Quantas vezes ao ouvir uma homilia, uma pregação, uma palestra, algo
me incomodou tanto, pois se tinha a impressão que era pra mim que falavam
aquilo? Pois é! A corda vibrou!
Por que as
repreensões nos tocam tanto? Por que é que não conseguimos entender as chamadas
mais duras? Saibam que Jesus sempre anunciou o caminho de forma querigmática,
mas nunca deixou de ser catequético. Pedro foi assim, Paulo também.
Entenda
querigmático como o anuncio de algo como se fosse da primeira vez. É parecido
com o primeiro dia na escola, na faculdade, no emprego novo… São conteúdos ou
instruções para que se entenda e faça a pessoa entender o quanto é maravilhoso,
o quanto é belo, o quanto é formidável fazer aquilo e queira continuar. No
querigma, não se omite a verdade, mas se dá mais importância ao resgatar da
estima, a se apropriar do que faz como filho, proprietário, dono, participante;
a cooperação, atitudes que visem o crescimento, o perdão. A catequese vem para
aparar as arrestas livres, para que tenhamos uma mesma direção.
Muitos
estudiosos, filósofos, pensadores não gostam ou não adotam uma religião em
virtude da idéia de não tolerar o querigma. Acreditam e defendem que o querigma
da religião é uma “fuga da realidade” onde se podem manipular pessoas e grupos
sociais a acreditar que tudo é belo, maravilhoso, santo (…). Outros pensadores,
como aqueles que ficaram chocados com a atitude de Jesus no templo não admitem
ouvir ou serem imprensados contra a parede. Não notam que não estão sendo, mas
como diz Augusto Cury: O “mestre dos mestres” aplicou a pedagogia melhor para
aquele momento. E novamente a corda vibrou!
“(…) Ao
participar desta missão, o discípulo caminha para a santidade. Vive-la na
missão o conduz ao coração do mundo. Por isso, a santidade ‘não é uma fuga para
o intimismo ou para o individualismo religioso (…); muito menos, uma fuga da
realidade para um mundo exclusivamente espiritual’” (Doc. Aparecida§ 148)
Para o
psicanalista renomado Içami Tiba que nos apresenta a expressão “parafusos de
Geléia” que se torna muito apropriado para todos nós quando não gostamos (seria
melhor não suportamos) a idéia de sermos contrariados; quando apertados ou
imprensados contra a parede fugimos, escapamos, relutamos (…) e de certa forma
o “não” ao nosso querer ou a nossa opinião também fez vibrar a corda.
Que Deus nos ofereça os “sins” e “nãos” em
nossos quereres; que não entendamos mal todas as vezes que Jesus nos chame a
atenção e que nossa vida seja, principalmente no serviço, “uma casa de oração”
Um imenso
abraço fraterno.
CULINÁRIA
Pé de Moleque Puxa-Puxa
Ingredientes –
500g de
amendoim com pele
2 xícaras
(chá) de açúcar (400 g)
1 lata de
leite condensado (395 g)
1 colher
(sopa) de manteiga sem sal (15 g)
2 colheres
(sopa) de chocolate em pó (15 g)
manteiga
para untar
Modo de Preparo –
Numa
panela, coloque 500 g de amendoim com pele, 2 xícaras (chá) de açúcar e leve ao
fogo médio, mexendo sempre até o açúcar derreter totalmente. Acrescente 1 lata
de leite condensado, 1 colher (sopa) de manteiga sem sal, 2 colheres (sopa) de
chocolate em pó e mexa até soltar do fundo da panela (+/- 6 minutos).
Apague o
fogo e despeje numa assadeira (33 cm de comprimento x 20 cm de largura x 2 cm
de altura) forrada com um plástico untado com manteiga e espalhe com uma
colher. Depois de frio, corte em quadrados e sirva.
Ovos Nevados
Ingredientes –
6 claras
4 colheres
(sopa) de açúcar
750 ml de
leite
6 gemas
peneiradas
2 colheres
(sopa) de açúcar
1 lata de
leite condensado
1 colher
(chá) de essência de baunilha
canela em
pó para polvilhar
Modo de Preparo –
Na
batedeira, coloque 6 claras e bata até ficarem bem firme. Adicione 4 colheres
(sopa) de açúcar e bata por mais 1 minuto. Reserve.
Numa
panela, em fogo médio, aqueça 750 ml de leite. Quando começar a ferver, abaixe
o fogo e vá colocando, em colheradas, as claras em neve, separadas umas das
outras. Deixe cozinhando por 15 segundos, virando na metade do tempo. Depois,
retire com a ajuda de uma escumadeira e transfira para uma travessa. Reserve.
Misture à
parte, 6 gemas peneiradas, 2 colheres (sopa) de açúcar, 1 lata de leite
condensado, 1 colher (chá) de essência de baunilha. Em seguida, despeje essa
mistura, em fio, no leite do cozimento das claras, batendo com um batedor de
arame (fouet). Leve ao fogo médio até engrossar um pouco (+/- 5 minutos).
Despeje esse creme numa travessa, coloque as claras por cima, polvilhe canela
em pó e leve para a geladeira. Sirva gelado.
MOMENTO DE REFLEXÃO
“A vida
não é uma questão de marcos, mas de momentos.” (Rose Kennedy)
Quando
Jeff e eu nos casamos, há dezesseis anos, em um sábado tempestuoso, nunca
passou por nossas cabeças que chegaria o dia em que iria parecer ter sido há
muito tempo.
Desde
aquela época, nós moramos em oito cidades e tivemos três filhos. Estamos em
nossa terceira garrafa de Tabasco e acabei de rasgar o último dos lençóis que
ganhamos como presente de casamento para usar como trapo de limpeza.
Infelizmente,
a maior parte dos terríveis móveis cor de terra que compramos para nosso
primeiro apartamento ainda sobrevive. Meu vestido de casamento está pendurado
no fundo do armário. Ainda consigo fechá-lo (desde que eu não esteja dentro).
Tivemos quatro carros (ai de mim! - nenhum novo) e muitos altos e baixos para
podermos contar.
Um dia se
destaca na minha memória. Estávamos morando no Leste e meus pais vieram nos
visitar. Como éramos pais exaustos e falidos, papai e mamãe gentilmente pagaram
o aluguel de uma semana de uma casa na praia na costa de Jersey.
O arranjo
abalou o ego de Jeff, eu própria estava de péssimo humor e tivemos uma briga
extremamente estúpida a respeito de um jogo de Monopólio. Ele rastejou para
fora de casa e atravessou a rua para a praia. Algumas horas depois, enquanto eu
o esperava na praia, ele emergiu do Atlântico excessivamente queimado de sol,
carregando um colchão de ar.
- Onde
está sua aliança? - perguntei.
Ele olhou
para sua mão esquerda, petrificado. Seu dedo havia se contraído por causa da
água fria enquanto ele boiava no colchão. O anel escorregara e estava no mar,
junto com as anêmonas. Comecei a chorar.
- Tire a
sua aliança e jogue-a no mar também - ele implorou. - Por que eu jogaria ouro
fora quando não temos dinheiro suficiente para botar gasolina e ir para casa? -
gemi.
- Porque
os dois anéis estariam juntos no oceano.
A
praticidade ganhou dos corações e das flores e uso minha aliança até hoje.
Aquela
lembrança, no entanto, me fez ir em frente durante muitas épocas menos
românticas.
Quando
nosso aniversário de casamento se aproxima, penso naquele dia na praia.
E penso no
que o saudoso Charlie McArthur disse a Helen Hayes quando a encontrou em uma
festa. Deu-lhe um punhado de amendoins e disse:
- Gostaria
que fossem esmeraldas.
Depois de
anos de um casamento feliz, quando McArthur estava próximo do fim de sua vida,
ele deu a ela um punhado de esmeraldas e disse:
- Gostaria
que fossem amendoins.
Eu também.
(Rebecca Christian)
UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário