Segunda-feira, 20 de
Novembro de 2017
“Para ter olhos bonitos,
procure ver o melhor dos outros, para ter lábios bonitos, fale somente palavras
agradáveis, e para ter boa postura, caminhe com a certeza de que você nunca
está sozinho.” (Sam Levenson)
EVANGELHO DE HOJE
Lc 18, 35-43
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de
nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!
E aconteceu que chegando
ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando.
E, ouvindo passar a
multidão, perguntou que era aquilo.
E disseram-lhe que Jesus
Nazareno passava.
Então clamou, dizendo:
Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.
E os que iam passando
repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi,
tem misericórdia de mim!
Então Jesus, parando,
mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe,
Dizendo: Que queres que
te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.
E Jesus lhe disse: Vê; a
tua fé te salvou.
E logo viu, e seguia-o,
glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.
www.paulinas.org.br/diafeliz
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Helena Serpa
A leitura
nos sugere que aquele homem não era um “cego de nascença”, mas era alguém que
havia perdido a visão e não conseguia mais enxergar. E, que, apesar de não ver,
ele estava atento ao que se passava ao seu redor quando a multidão que
acompanhava Jesus passava por ele. Somos esse cego de Jericó quando nos
perdemos de Deus, nos afastamos da vivência da Sua Lei, estamos mergulhados na
escuridão do mundo e, por isso, não mais enxergamos nem vislumbramos as coisas
como antigamente. No entanto, porém, poderemos ter a nossa visão restaurada se
estivermos atentos (as), à passagem do Senhor. O cego de Jericó não via, mas
ouvia e podia falar, por isso gritou apesar das pessoas mandarem-no calar-se:
“Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” Por causa da sua persistência e
determinação, que são atitudes de fé, Jesus o curou da sua cegueira. Quando nós
tomamos consciência de que estamos equivocados (as) e que precisamos de
conserto, nós também não podemos nos acomodar na “beira do caminho”. Para que
sejamos curados (as) da nossa cegueira momentânea ou do nosso entendimento
deturpado, nós precisamos também parar para perceber a passagem de Jesus e
gritar como o cego o fez: “Jesus, estamos aqui, precisamos te ver, precisamos
te servir, cura a nossa falta de entendimento, converte o nosso coração”. O
Senhor vai querer saber de nós o que nós desejamos que Ele nos faça. “Que
queres que eu faça por ti?” A nossa resposta consciente determinará o grau da
nossa fé no poder curador de Jesus. Não percamos a oportunidade, Jesus Cristo
está passando por aqui, Ele está no meio de nós e traz a bênção que curará a
nossa cegueira e renovará a nossa percepção das coisas do alto. – Você ainda
está esperando Jesus passar ou você já percebe que Ele está perto de você e
quer tirar todas as suas dúvidas? – Qual é a sua cegueira: o que você ainda não
está entendendo? – O que precisa acontecer para que você saia do comodismo? –
Você tem medo de que as pessoas o (a) mandem calar-se ou você tem coragem de
gritar por Jesus mesmo que chame a atenção de todos?
MOTIVAÇÃO NO TRABALHO
Inovar!
Tranformar! Reinventar!
Prof. Marins
Estive,
com um grupo de empresários, visitando empresas americanas. Visitamos a Saturn
(General Motors), a Andersen Consulting (Projeto 2020), a 3M e a Hewlett
Packard.
O que
vimos?
Vimos
empresas que têm um visão de futuro excepcional. Vimos empresas com 60.000
produtos diferentes no mercado e que continuam inovando, se transformando e
reinventando a si próprias durante os 365 dias do ano. Elas não param! Elas não
ficam esperando para ver o que vai acontecer. Elas não esperam que o mercado as
arruine. Elas criam seu próprio mercado. Vimos uma HP que nos últimos anos vem
lançando no mercado uma nova impressora a cada seis meses. Vimos uma 3M que
busca 30% de seus resultados anuais em produtos lançados nos últimos 3 anos.
Vimos uma Saturn (GM) reinventando as suas relações com seus concessionários e
clientes a cada dia.
Conhecemos
uma Andersen Consulting em busca de transformar-se a si própria para ser a cada
dia melhor. No auge da crise dos mercados asiáticos, não vimos nenhuma empresa
se lamentando e paralisada. Vimos empresas buscando saídas, criando produtos
novos e diferentes para surpreender, encantar e entusiasmar seus clientes.
Vimos empresas que investem milhões e milhões de dólares em pesquisa e
desenvolvimento visando a inovação. Vimos empresas que investem milhões e
milhões de dólares em treinamento e desenvolvimento pois todas acreditam que o
seu maior capital é o capital humano e sem ele inovação e transformação são
tarefas impossíveis.
Bastam
umas visitas como as que fizemos e passamos a compreender porque essas empresas
têm o tremendo sucesso que têm. Não é à toa. Não é por acaso! Elas fazem as
coisas certas, as coisas óbvias, aquilo que deve ser feito para conquistar e manter
clientes fidelizados às suas marcas. Elas estão atentas às tendências do
mercado. Elas surpreendem. Elas sabem que o sucesso hoje não garante o sucesso
amanhã e por isso não ficam sentadas sobre sua coroa de louros do sucesso
presente. Elas investem com visão de longo prazo. Por tudo isso, são o que são.
Compare
tudo isso com a sua visão de empresa. Compare tudo isso com a sua empresa, com
os seus investimentos em pesquisa, treinamento, atendimento, inovação, gente.
Agora não é hora de "curtir" a crise. Agora é hora de agir em direção
à inovação, à transformação. Agora é a hora de reinventar a empresa!
Pense
nisso. Boa Semana. Sucesso!
MOMENTO DE REFLEXÃO
“O futuro
pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.” (Eleanor Roosevelt)
-
Dezesseis - eu disse.
Esqueci a
pergunta de Matemática que minha professora da segunda série, Joyce Cooper, me
fez naquele dia, mas nunca me esquecerei da resposta. Assim que o número saiu
da minha boca, a turma inteira começou a rir. Eu me senti como a pessoa mais
burra do mundo.
A Sra.
Cooper censurou meus colegas com um olhar severo. E disse:
- Estamos
todos aqui para aprender.
Num outro
dia, a Sra. Cooper nos pediu para escrever uma redação a respeito do que
esperávamos fazer de nossas vidas. Escrevi: "Quero ser professora como a
Sra. Cooper."
Ela
escreveu na minha redação: "Você daria uma professora excepcional, pois é
determinada e tenta com afinco." Eu iria carregar estas palavras em meu
coração durante os vinte e sete anos seguintes.
Depois de
me formar no segundo grau em 1976, casei-me com um homem maravilhoso, Ben, um
mecânico. Logo, Latonya nasceu.
Precisávamos
de cada centavo apenas para sobreviver. Faculdade e magistério estavam fora de
questão. Consegui, no entanto, arrumar um emprego em uma escola – como ajudante
de servente.
Limpava
dezessete salas de aula na Escola Primária Larrymore todos os dias, incluindo a
da Sra. Cooper. Ela havia sido transferida para Larrymore depois que Smallwood
fora fechada.
Eu dizia à
Sra. Cooper que queria ensinar e ela me repetia as palavras que escrevera na
minha redação anos antes. Mas as contas sempre pareciam estar no meio do
caminho.
Até que um
dia, em 1986, pensei em meu sonho, em como eu queria ajudar as crianças. Mas,
para fazer isso, precisava chegar de manhã como professora - não de tarde, para
limpar.
Conversei
a respeito disso com Ben e Latonya e ficou decidido: eu me inscreveria na
Universidade Old Dominion. Durante sete anos assisti às aulas de manhã, antes
do trabalho. Quando chegava em casa do trabalho, eu estudava. Nos dias em que
não tinha aula, trabalhava como professora-assistente para a Sra. Cooper.
Às vezes
ficava pensando se teria forças para conseguir. Quando recebi minha primeira
nota baixa, falei em desistir. Minha irmã mais nova, Helen, recusou-se a ouvir.
- Você quer
ser professora - ela disse. - Se parar, nunca alcançará o seu sonho.
Helen
sabia bem o que significava não desistir, pois ela lutava contra a diabetes.
Quando uma
das duas desanimava, ela dizia:
- Você vai
conseguir. Nós vamos conseguir.
Em 1987,
Helen, com apenas vinte e quatro anos, morreu de falência renal relacionada à
diabetes. Estava nas minhas mãos conseguir por nós duas.
No dia 8
de maio de 1993 meu sonho se realizou: a formatura. Receber meu diploma
universitário e a licença estadual para ensinar me qualificavam oficialmente
para ser professora.
Fiz
entrevistas em três escolas. Na Escola Primária Coleman Place, a diretora
Jeanne Tomlinson disse:
- Seu
rosto me parece familiar.
Ela
trabalhara em Larrymore mais de dez anos antes. Eu limpava sua sala e ela se
lembrou de mim.
Ainda
assim eu não tinha propostas concretas. O telefonema veio quando eu acabara de
assinar meu décimo oitavo contrato como ajudante de servente. Havia uma vaga
para dar aulas para a quinta série em Coleman Place.
Pouco
tempo depois que comecei aconteceu algo que trouxe o passado de volta. Eu
escrevi uma sentença cheia de erros gramaticais no quadro-negro e pedi aos
alunos que viessem até o quadro e a corrigissem.
Uma garota
corrigiu até a metade, ficou confusa e parou. Enquanto as outras crianças riam,
as lágrimas escorriam nas bochechas dela. Dei-lhe um abraço e disse-lhe para ir
tomar um pouco d'água.
Então,
lembrando-me da Sra. Cooper, censurei o resto da turma com um olhar firme.
- Estamos
todos aqui para aprender - eu disse.
(Charles Slack, como
contado para Bessie Pender)
UM ABENÇOADO DIA PRA
VOCÊ...
E até que nos
encontremos novamente,
que Deus lhe guarde
serenamente
na palma de Suas mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário