domingo, 19 de novembro de 2017

Segunda-feira 20/11/2017

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017



“Para ter olhos bonitos, procure ver o melhor dos outros, para ter lábios bonitos, fale somente palavras agradáveis, e para ter boa postura, caminhe com a certeza de que você nunca está sozinho.” (Sam Levenson)




EVANGELHO DE HOJE
Lc 18, 35-43



O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós, Senhor!



E aconteceu que chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando.
E, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo.
E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava.
Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.
E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!
Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe,
Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja.
E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou.
E logo viu, e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.



www.paulinas.org.br/diafeliz



Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor.







MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Helena Serpa


A leitura nos sugere que aquele homem não era um “cego de nascença”, mas era alguém que havia perdido a visão e não conseguia mais enxergar. E, que, apesar de não ver, ele estava atento ao que se passava ao seu redor quando a multidão que acompanhava Jesus passava por ele. Somos esse cego de Jericó quando nos perdemos de Deus, nos afastamos da vivência da Sua Lei, estamos mergulhados na escuridão do mundo e, por isso, não mais enxergamos nem vislumbramos as coisas como antigamente. No entanto, porém, poderemos ter a nossa visão restaurada se estivermos atentos (as), à passagem do Senhor. O cego de Jericó não via, mas ouvia e podia falar, por isso gritou apesar das pessoas mandarem-no calar-se: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” Por causa da sua persistência e determinação, que são atitudes de fé, Jesus o curou da sua cegueira. Quando nós tomamos consciência de que estamos equivocados (as) e que precisamos de conserto, nós também não podemos nos acomodar na “beira do caminho”. Para que sejamos curados (as) da nossa cegueira momentânea ou do nosso entendimento deturpado, nós precisamos também parar para perceber a passagem de Jesus e gritar como o cego o fez: “Jesus, estamos aqui, precisamos te ver, precisamos te servir, cura a nossa falta de entendimento, converte o nosso coração”. O Senhor vai querer saber de nós o que nós desejamos que Ele nos faça. “Que queres que eu faça por ti?” A nossa resposta consciente determinará o grau da nossa fé no poder curador de Jesus. Não percamos a oportunidade, Jesus Cristo está passando por aqui, Ele está no meio de nós e traz a bênção que curará a nossa cegueira e renovará a nossa percepção das coisas do alto. – Você ainda está esperando Jesus passar ou você já percebe que Ele está perto de você e quer tirar todas as suas dúvidas? – Qual é a sua cegueira: o que você ainda não está entendendo? – O que precisa acontecer para que você saia do comodismo? – Você tem medo de que as pessoas o (a) mandem calar-se ou você tem coragem de gritar por Jesus mesmo que chame a atenção de todos?





MOTIVAÇÃO NO TRABALHO



Inovar! Tranformar! Reinventar!
Prof. Marins


Estive, com um grupo de empresários, visitando empresas americanas. Visitamos a Saturn (General Motors), a Andersen Consulting (Projeto 2020), a 3M e a Hewlett Packard.
O que vimos?

Vimos empresas que têm um visão de futuro excepcional. Vimos empresas com 60.000 produtos diferentes no mercado e que continuam inovando, se transformando e reinventando a si próprias durante os 365 dias do ano. Elas não param! Elas não ficam esperando para ver o que vai acontecer. Elas não esperam que o mercado as arruine. Elas criam seu próprio mercado. Vimos uma HP que nos últimos anos vem lançando no mercado uma nova impressora a cada seis meses. Vimos uma 3M que busca 30% de seus resultados anuais em produtos lançados nos últimos 3 anos. Vimos uma Saturn (GM) reinventando as suas relações com seus concessionários e clientes a cada dia.

Conhecemos uma Andersen Consulting em busca de transformar-se a si própria para ser a cada dia melhor. No auge da crise dos mercados asiáticos, não vimos nenhuma empresa se lamentando e paralisada. Vimos empresas buscando saídas, criando produtos novos e diferentes para surpreender, encantar e entusiasmar seus clientes. Vimos empresas que investem milhões e milhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento visando a inovação. Vimos empresas que investem milhões e milhões de dólares em treinamento e desenvolvimento pois todas acreditam que o seu maior capital é o capital humano e sem ele inovação e transformação são tarefas impossíveis.

Bastam umas visitas como as que fizemos e passamos a compreender porque essas empresas têm o tremendo sucesso que têm. Não é à toa. Não é por acaso! Elas fazem as coisas certas, as coisas óbvias, aquilo que deve ser feito para conquistar e manter clientes fidelizados às suas marcas. Elas estão atentas às tendências do mercado. Elas surpreendem. Elas sabem que o sucesso hoje não garante o sucesso amanhã e por isso não ficam sentadas sobre sua coroa de louros do sucesso presente. Elas investem com visão de longo prazo. Por tudo isso, são o que são.

Compare tudo isso com a sua visão de empresa. Compare tudo isso com a sua empresa, com os seus investimentos em pesquisa, treinamento, atendimento, inovação, gente. Agora não é hora de "curtir" a crise. Agora é hora de agir em direção à inovação, à transformação. Agora é a hora de reinventar a empresa!

Pense nisso. Boa Semana. Sucesso!





MOMENTO DE REFLEXÃO


“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.” (Eleanor Roosevelt)

- Dezesseis - eu disse.
Esqueci a pergunta de Matemática que minha professora da segunda série, Joyce Cooper, me fez naquele dia, mas nunca me esquecerei da resposta. Assim que o número saiu da minha boca, a turma inteira começou a rir. Eu me senti como a pessoa mais burra do mundo.
A Sra. Cooper censurou meus colegas com um olhar severo. E disse:
- Estamos todos aqui para aprender.
Num outro dia, a Sra. Cooper nos pediu para escrever uma redação a respeito do que esperávamos fazer de nossas vidas. Escrevi: "Quero ser professora como a Sra. Cooper."
Ela escreveu na minha redação: "Você daria uma professora excepcional, pois é determinada e tenta com afinco." Eu iria carregar estas palavras em meu coração durante os vinte e sete anos seguintes.
Depois de me formar no segundo grau em 1976, casei-me com um homem maravilhoso, Ben, um mecânico. Logo, Latonya nasceu.
Precisávamos de cada centavo apenas para sobreviver. Faculdade e magistério estavam fora de questão. Consegui, no entanto, arrumar um emprego em uma escola – como ajudante de servente.
Limpava dezessete salas de aula na Escola Primária Larrymore todos os dias, incluindo a da Sra. Cooper. Ela havia sido transferida para Larrymore depois que Smallwood fora fechada.
Eu dizia à Sra. Cooper que queria ensinar e ela me repetia as palavras que escrevera na minha redação anos antes. Mas as contas sempre pareciam estar no meio do caminho.
Até que um dia, em 1986, pensei em meu sonho, em como eu queria ajudar as crianças. Mas, para fazer isso, precisava chegar de manhã como professora - não de tarde, para limpar.
Conversei a respeito disso com Ben e Latonya e ficou decidido: eu me inscreveria na Universidade Old Dominion. Durante sete anos assisti às aulas de manhã, antes do trabalho. Quando chegava em casa do trabalho, eu estudava. Nos dias em que não tinha aula, trabalhava como professora-assistente para a Sra. Cooper.
Às vezes ficava pensando se teria forças para conseguir. Quando recebi minha primeira nota baixa, falei em desistir. Minha irmã mais nova, Helen, recusou-se a ouvir.
- Você quer ser professora - ela disse. - Se parar, nunca alcançará o seu sonho.
Helen sabia bem o que significava não desistir, pois ela lutava contra a diabetes.
Quando uma das duas desanimava, ela dizia:
- Você vai conseguir. Nós vamos conseguir.
Em 1987, Helen, com apenas vinte e quatro anos, morreu de falência renal relacionada à diabetes. Estava nas minhas mãos conseguir por nós duas.
No dia 8 de maio de 1993 meu sonho se realizou: a formatura. Receber meu diploma universitário e a licença estadual para ensinar me qualificavam oficialmente para ser professora.
Fiz entrevistas em três escolas. Na Escola Primária Coleman Place, a diretora Jeanne Tomlinson disse:
- Seu rosto me parece familiar.

Ela trabalhara em Larrymore mais de dez anos antes. Eu limpava sua sala e ela se lembrou de mim.
Ainda assim eu não tinha propostas concretas. O telefonema veio quando eu acabara de assinar meu décimo oitavo contrato como ajudante de servente. Havia uma vaga para dar aulas para a quinta série em Coleman Place.
Pouco tempo depois que comecei aconteceu algo que trouxe o passado de volta. Eu escrevi uma sentença cheia de erros gramaticais no quadro-negro e pedi aos alunos que viessem até o quadro e a corrigissem.
Uma garota corrigiu até a metade, ficou confusa e parou. Enquanto as outras crianças riam, as lágrimas escorriam nas bochechas dela. Dei-lhe um abraço e disse-lhe para ir tomar um pouco d'água.
Então, lembrando-me da Sra. Cooper, censurei o resto da turma com um olhar firme.
- Estamos todos aqui para aprender - eu disse.

(Charles Slack, como contado para Bessie Pender)



UM ABENÇOADO DIA PRA VOCÊ...


E até que nos encontremos novamente,
que Deus lhe guarde serenamente
na palma de Suas mãos.





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