Terça-feira, 14 de
novembro de 2017
“As lágrimas mais
amargas derramadas sobre os túmulos são por palavras não ditas e atos não
realizados.” (Harriet Beecher Stowe)
EVANGELHO DE HOJE
Lc 17,7-10
— O Senhor esteja
convosco.
— Ele está no meio
de nós.
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas
— Glória a vós,
Senhor!
E qual de vós terá
um servo a lavrar ou a apascentar gado, a quem, voltando ele do campo, diga:
Chega-te, e assenta-te à mesa?
E não lhe diga
antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me até que tenha comido e bebido,
e depois comerás e beberás tu?
Porventura dá
graças ao tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não.
Assim também vós,
quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque
fizemos somente o que devíamos fazer.
Palavra da
Salvação
Glória a vós
Senhor.
MEDITAÇÃO DO EVANGELHO
Alexandre Soledade
Bom dia!
Temos a impressão nesse evangelho que nosso trabalho, nossa labuta e
esforço não são reconhecidos por esse Senhor que chega, come, não agradece e
vai embora sem se despedir, mas reparem que o servo que esta servindo é aquele
que irá em breve lavar os pés dos seus e mesmo assim irá terminar numa cruz.
Já notaram como tratamos Jesus? Parecemos esse senhor que se aproxima,
exige milagres, favores, olhares, mas ao fim não agradece, não permanece fiel,
não muda! Na primeira vez que lemos temos o olhar de Deus como mestre, mas o
que vemos hoje é um mundo preso a religiões e praticas que serão populares se
Deus for funcionário dos seus seguidores…
É triste, mas é verdade!
Desde aquela época Jesus era amado e idolatrado, pois trazia não
somente a Boa Nova, mas por trazer alivio as dores e mazelas daqueles que o
cercavam. Seu manto era tocado, sua sombra era disputada, sua atenção era
preciosa… Mas quando teve que ir para cruz teve que enfrentar a solidão, o
descaso e a ingratidão até mesmo dos seus. O engraçado é o gesto nobre do
Senhor, que mesmo prevendo tudo isso diz: “(…) Por acaso o empregado merece
agradecimento porque obedeceu às suas ordens”?
Se voltarmos o nosso olhar para muitas (e nossas também) comunidades
veremos o que? Ministros de música que querem receber pagamento pra tocar nas
missas; veremos alguns pregadores profissionais que esquecem que o Apóstolo
Paulo tecia tendas para se sustentar e defendia que as pessoas deveriam somente
comer se trabalhassem.
“(…) Encontrou ali um judeu chamado Áquila, natural do Ponto, e sua
mulher Priscila. Eles pouco antes haviam chegado da Itália, por Cláudio ter
decretado que todos os judeus saíssem de Roma. Paulo uniu-se a eles. Como
exercessem o mesmo ofício, morava e trabalhava com eles. Eram fabricantes de
tendas”. (Atos dos Apóstolos 18, 2-3)
Acho estranha essa inversão de valores que meio nos assola e atormenta.
Ministros, padres, lideranças que se acham mais importantes que o próprio Deus
que se faz pão; Quando minha vaidade é tão grande que o microfone não abaixa do
12; quando minhas homilias mais são ataques e desabafos a aqueles que não gosto
ou aturo… E no meio disso um povo sem saber o que esta acontecendo…
Chato ver pessoas que acreditam em Deus brigar, sendo elas da mesma ou
de outra religião. Será quem é o Senhor? Quem é o servo? Estamos confundindo?
Pastores enriquecendo e pedindo que as “ovelhas” abdiquem do dinheiro,
do que é material, (…) é meio contra-senso, não acham? Ver pessoas saindo da
comunidade por dificuldade com os irmãos também é. Qual é nossa função então?
“(…) Prepare o jantar para mim, ponha o avental e me sirva enquanto eu como e
bebo. Depois você pode comer e beber”.
Façamos nossa função. Exerçamos nosso ministério com respeito e afinco.
Não percamos ninguém por nossas diferenças. Façamos realmente o que Deus quer.
Um imenso abraço fraterno.
COMPORTAMENTO
3 medos que você precisa
superar com MÁXIMA urgência
Revista Pazes
Nesta era de mudanças aceleradoras,
concorrência tremenda e complexidades esmagadoras, muitas vezes você deseja
mostrar ao mundo a grande quantidade de potencial que você possui. No entanto,
em algum lugar ao longo da linha, você não consegue reunir a coragem e a
confiança necessárias. Você fica com medo, pensando no futuro imprevisível que
você teria que enfrentar se você tomar algumas ações severas em seu presente.
Por que não queremos sair da nossa
zona de conforto e alcançar a grandeza? Ao contrário da percepção comum, não
gostamos de nos limitar a coisas fáceis, mas sim estamos com tanto medo de sair
e enfrentar a incerteza, que nunca tentamos sair dela.
1. Medo do Desconhecido
De acordo com os estudos
científicos, nossa mente humana é projetada para permanecer na sua zona de
conforto e não tem permissão para se divertir. Esta é a razão pela qual temos
que enfrentar uma grande resistência mentalmente ao pisar um caminho
desconhecido. Mas também é um fato universal que nenhum excelente empreendedor
já fez algo fora da caixa enquanto estava sentado no sofá, comendo batatas
fritas e assistindo T.V.
Se você quer ser bem-sucedido, então
você precisa fazer o que Robert Frost diz: “Pegue a estrada menos percorrida”.
Eu acredito que o conforto da facilidade é muito mais perigoso do que o medo do
desconhecido. Transcenda seus medos, destrua seus limites e vá o mais longe
possível para ver o que a vida tem para você.
“Muitas vezes, o pensamento do medo
em si é maior que o que tememos.” – Idowu Koyenikan
2. Medo de Falhar
Esta é a razão mais comum para a
cessação do progresso. Você nunca tenta chegar à frente de onde você está,
porque você não quer perder o que ganhou. Ele sempre insinua o elemento “O que
é” em sua mente. E se eu nunca pudesse ser melhor do que a pessoa que estava ao
meu lado? E se eu tentar e eu falhar? E se eu perder tudo?
Eu acredito firmemente que você
nunca pode se tornar a pessoa que você sonhou ser se você não tirar proveito
das chances que a vida lhe apresenta regularmente. Você deve pensar sobre as
oportunidades e não as obrigações. Você deve reconhecer o fato de que o
fracasso é o trampolim para o sucesso e, portanto, você deve abraçá-lo. Se você
quiser ser bem-sucedido, então, seja qual for a sua tarefa, certifique-se de
entrar e, por favor, não conte o custo e apenas faça.
3. Medo do Sucesso
Subtítulo controverso?
Possivelmente. Mas acho que é verdade. Muitas pessoas sabem que têm a capacidade
de realizar uma tarefa específica, mas ainda não a fazem. Você sabe por quê?
Porque eles não querem ficar sobrecarregadas com a pressão das expectativas
futuras dos outros. Elas ficam petrificadas pensando nas altas expectativas que
vêm com a gratificação de uma tarefa.
Agora, de verdade, você acha que
pode chegar a grandes alturas apenas operando continuamente no mesmo nível?
Você acha que Steve Jobs poderia ter feito o Iphone se não houvesse nenhuma
pressão sobre ele para apresentar uma versão melhor dele toda vez que
aparecesse no mercado? Qualquer pressão irá quebrá-lo, ou ele irá permitir-se
ser o seu avanço.
“O sucesso não é o final, o fracasso
não é fatal: é coragem para continuar que contar.” -Winston Churchill
Texto de Rahul Nair
traduzido e adaptado por J. K. Rodrigues.
MOMENTO DE REFLEXÃO
As lágrimas mais amargas
derramadas sobre os túmulos são por palavras não ditas e atos não realizados.”
(Harriet Beecher Stowe)
A maioria das pessoas precisa ouvir
alguém dizer "eu te amo". E há vezes em que ouve bem a tempo.
Conheci Connie no dia em que foi
admitida na ala do sanatório onde eu trabalhava como voluntária. Seu marido,
Bill, ficou por perto, nervoso, enquanto ela era transferida da maca para o
leito de hospital. Ainda que Connie estivesse no estágio final de sua luta
contra o câncer, estava alerta e animada. Nós a acomodamos. Terminei de marcar
seu nome em todos os suprimentos de hospital que ela usaria e perguntei se
precisava de alguma coisa.
- Oh, sim - disse -, será que você
poderia me mostrar como usar a televisão? Gosto tanto de novelas, que não quero
perder o que está acontecendo.
Connie era uma romântica. Adorava
novelas de TV histórias românticas e filmes com uma boa história de amor.
Conforme fomos nos conhecendo, ela
me confidenciou o quanto era frustrante ser casada há trinta e dois anos com um
homem que frequentemente a chamava de "boba".
- Ah, eu sei que o Bill me ama -
disse -, mas ele nunca foi capaz de me dizer que me ama, ou de mandar cartões.
Suspirou e olhou através da janela
para as árvores no jardim.
- Faria qualquer coisa para ele
falar "Eu te amo", mas simplesmente não é do seu feitio.
Bill visitava Connie todos os dias.
No começo, sentava-se ao lado da cama enquanto ela assistia às novelas. Depois,
quando ela começou a dormir mais, ele andava de um lado para o outro no
corredor do lado de fora do quarto.
Logo, quando ela não via mais
televisão e passava períodos menores acordada, comecei a passar a maior parte
do meu tempo como voluntária com Bill.
Ele falava de quando trabalhava como
carpinteiro e de como gostava de pescar. Ele e Connie não tinham filhos, mas
aproveitavam a aposentadoria viajando, até que Connie ficou doente. Bill não
conseguia expressar o que sentia sobre o fato de sua esposa estar morrendo.
Um dia, depois de tomar café na
lanchonete, puxei uma conversa com ele a respeito de mulheres e de como
precisamos de romance em nossas vidas, como adoramos receber cartões
sentimentais e cartas de amor.
- Você diz a Connie que a ama? -
perguntei (sabendo a resposta), e ele me olhou como se eu fosse louca.
- Não preciso - disse. - Ela sabe
que a amo!
- Tenho certeza de que ela sabe -
falei inclinando-me e tocando suas mãos ásperas de carpinteiro que seguravam a
xícara como se fosse a única coisa à qual ele pudesse se agarrar. Mas ela
precisa ouvir, Bill. Ela precisa ouvir o que significou para você durante todos
esses anos. Por favor, pense nisso.
Voltamos para o quarto de Connie.
Bill desapareceu lá dentro e eu fui visitar outro paciente. Mais tarde, vi Bill
sentado ao lado da cama. Ele segurava a mão de Connie enquanto ela dormia. Era
o dia 12 de fevereiro.
Dois dias depois eu estava andando
pela ala do sanatório ao meio-dia. Lá estava Bill, apoiado contra a parede do
corredor, olhando para o chão. Eu já soubera, através da enfermeira-chefe, que
Connie morrera às 11 horas.
Quando Bill me viu, permitiu que eu
o abraçasse por um longo tempo. Seu rosto estava molhado de lágrimas e ele
estava tremendo. Finalmente encostou-se de novo na parede e respirou fundo.
- Tenho que dizer algo - falou. -
Tenho que dizer como me sinto bem por ter dito a ela. - Ele parou para assoar o
nariz. Pensei muito a respeito do que você me disse e, esta manhã, falei para
ela o quanto a amava e como era maravilhoso estar casado com ela.
Você deveria ter visto seu sorriso!
Entrei no quarto para me despedir
pessoalmente de Connie. Lá, na mesa-de-cabeceira, estava um grande cartão de
Dia dos Namorados que Bill lhe dera. Você sabe, do tipo sentimental, que diz:
"Para minha esposa
maravilhosa...
Eu te amo."
(Bobbie Lippman)
UM ABENÇOADO DIA
PRA VOCÊ...
E até que nos encontremos
novamente,
que Deus lhe
guarde serenamente
na palma de Suas
mãos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário